sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013

Atendendo a pedidos...

...Hoje, comento sobre Seven (também grafado Se7en), um filme de suspense, de 1995, estrelado por Brad Pitt e Morgan Freeman e um, ou o mais importante da filmografia do diretor David Fincher.
Essa postagem é para você, Edmar de Melo!


O filme conta a história de dois policias - o jovem e impetuoso David Mills (Brad Pitt) e William Somerset (Morgan Freeman) - que são encarregados de uma intrigante investigação: um serial killer que baseia os seus assassinatos nos sete pecados capitais.
E é isso. Nada mais é permitido dizer sobre a sinopse desse filme, que é obrigatório na filmografia de qualquer pessoa, que goste ou não desse gênero.
Seven permitiu a Fincher alcançar a desejada fama, muito graças a participação de Brad Pitt. Isso num primeiro momento. Mas ao assistir a esse filme, você percebe que é justamente o contrário. O roteiro e a excelente direção de Fincher é que ajudaram a impulsionar, ainda mais, a carreira de Pitt.
Um grande trabalho no que diz respeito à conjugação dos vários elementos essenciais como luz, som, tipografia, entre outros. A luz, por exemplo, é trabalhada de forma que, através dela, possamos identificar o protagonismo das personagens.
Conta, ainda, com a participação de Gwyneth Paltrow, como a esposa de Brad Pitt.



Seven é, ainda hoje, um dos melhores filmes policiais já feitos, não apenas pelo final surpeendente, mas pelo clima de desesperança, por conta da perda de valores da sociedade, e a crescente tensão com a qual foi contruído, e por isso mesmo, ele não é apenas uma história policial. E isso é percebido o tempo todo, em cada detalhe: a cidade, que pode ser qualquer uma (o nome da cidade não é citado em nenhum momento), o clima (todas as cenas externas são gravadas debaixo de chuva), as cores escuras.

Enfim, Seven fascina, por ser uma obra de arte em seu mais pleno sentido.
 
 

Vi essa frase, certa vez, numa crítica ao filme, e a repito aqui, por achar que ela traduz muito bem Seven: "Em certo momento da produção, David Mills fala a John Doe: “Em dois meses, tudo será esquecido”. Essa talvez seja a única grande falha do filme: já se passaram dezoito anos e Seven continua lembrada como uma das grandes obras recentes do Cinema."
 
Para que não viu, procure por esse filme hoje mesmo!!! (FM)

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