terça-feira, 19 de fevereiro de 2013

Voltamos!!!

Bom-dia, pessoal! Demoramos, mas voltamos... E temos muita coisa para contar aqui... este post será longo, rsrsrs.

Ontem, estava eu rodando os canais da TV e me deparei com um filme que, apesar de ter em casa, não pude deixar de reassistir e, muito menos, comentar aqui. Um filme simples - podendo ser considerado até piegas, por alguns, mas que eu acho perfeito - LAÇOS DE TERNURA (Terms of Endearment), o filme de estreia de James L. Brooks como diretor.

 
 
Estrelado por Shirley MacLaine (Aurora), Debra Winger (Emma) e Jack Nicholson (Garrett) nos papeis principais, este é um filme que arranca lágrimas, mesmo que você não queira.

O filme relata a história de três décadas de relacionamento conflituoso entre uma mãe viúva - Aurora - e sua filha Emma, e como suas vidas seguem caminhos diferentes. No decorrer desses anos, muitas coisas acontecem e, ao final, pessoas diferentes mostram seu amor de maneiras diferentes.


Este filme concorreu ao Oscar, em 1984, e abocanhou os principais prêmios, vencendo nas categorias de melhor filme, melhor diretor, melhor atriz (Shirley MacLaine, seu único Oscar até hoje), melhor ator coadjuvante (Jack Nicholson) e melhor roteiro adaptado (o roteiro também é de Brooks).

Uma história simples, que poderia ser a de qualquer pessoa, mas que cresce pela ótima direção e excelentes atuações. Quem já assistiu certamente lembrará de Shirley MacLaine gritando pelos corredores do hospital "Give my daughter the shot!" (Dê a injeção para minha filha!)

Destaque para a trilha sonora, emocionante.


Avançando alguns anos, mais precisamente, 10 anos no tempo, cito aqui um filme de 1994 - UM SONHO DE LIBERDADE (The Shawshank Redemption), a pedido do meu amigo Edmar.

 
 
Confesso que assisti esse filme há muito tempo e, dessa forma, vou me ater, aqui, mais a uma sinopse do que a uma opinião pessoal.

Dirigido por Frank Darabont, e com roteiro do mesmo mais Stephen King, o filme é estrelado por Tim Robbins e o sempre ótimo Morgan Freeman.


Em 1946, Andy Dufresne (Tim Robbins), um jovem e bem sucedido banqueiro, tem a vida "virada ao avesso" quando é condenado e enviado para uma penitenciária para cumprir prisão perpétua por ter assassinado sua mulher e o amante dela. No presídio, faz amizade com Ellis Boyd Redding (Morgan Freeman), um prisioneiro que cumpre pena há 20 anos e controla o mercado negro do presídio.
 
Foi apontado, por uma pesquisa do jornal Independent, como o mais injustiçado da história do Oscar. No ano de em que concorreu ao prêmio, com sete indicações, incluindo melhor filme, a produção perdeu para "Forrest Gump: O Contador de Histórias".
 
Tá aqui, Edmar! Prometo reassistir, quando estiver com tempo, para poder argumentar mais sobre este filme.
 
 
Chegando em 2013, como eu havia prometido, um filme novo, que ainda está em cartaz e concorre ao Oscar deste ano - ARGO (Argo), dirigido e estrelado por Ben Affleck. E o meu favorito, até agora, ao Oscar 2013.
 
 
O filme se passa em 1979, quando, no Irã, o aiatolá Khomeini chega ao poder. Como o antigo xá ganhou asilo político nos Estados Unidos, que haviam apoiado seu governo de opressão ao povo iraniano, há nas ruas de Teerã diversos protestos contra os americanos. Um deles acontece em frente à embaixada do país, que acaba invadida. Seis diplomatas americanos conseguem escapar do local pouco antes da invasão, refugiando-se na casa do embaixador canadense, onde ficam por meses, sob sigilo absoluto, enquanto a CIA busca um meio de retirá-los do país em segurança.
 
A opção "menos ruim" é apresentada por Tony Mendez (Ben Affleck), um especialista em exfiltrações, que sugere que uma produção de Hollywood seja utilizada como fachada para a operação, um filme falso, a ficção científica Argo, que usaria as paisagens desérticas do Irã como locação. O projeto segue adiante com a ajuda do produtor Lester Siegel (Alan Arkin, sempre excelente!) e do maquiador John Chambers (John Goodman), que conhecem bem como funciona Hollywood.
 


 
Baseado numa história real, o filme é tenso do começo ao fim, apesar de ter vários momentos cômicos, dados por Arkin e Goodman.
 
 
Argo concorre ao Oscar, nas categorias de melhor filme, roteiro adaptado, montagem, trilha sonora, edição de som, mixagem de som e ator coadjuvante para Alan Arkin. injustamente, Affleck não foi indicado na categoria de melhor diretor. Mas foi reconhecido no Globo de Ouro com os troféus de melhor filme/ drama e melhor diretor. E muito merecido!
 
Não viu ainda? Corra para o cinema agora! (FM)
 


Um comentário:

  1. Um Sonho de Liberdade é um filme fantástico. É o tipo de filme que nunca morerá.
    Já Argo eu gostei, mas não achei um filme digno de Oscar. Argo é bom, mas não tudo isso.

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